AGILITY INICIAL EMPERROU E ACABA COM O CREDO NA BOCA FRENTE
A UMA RENOVADA RANGEL
Defrontavam-se duas equipas igualadas em pontos na tabela, sendo
que quem vencesse arrecadaria a 3ª posição.
A Agility teve uma primeira parte de excelente nível, onde
praticamente sentenciou a partida com 3 golos.
A Rangel na etapa inicial facilitou demasiado e encaixou 3 bolas
sem resposta. Na segunda parte tentou compensar mas já foi tarde, e
o máximo que conseguiu foi perder pela margem mínima. Dito isto,
parece-nos contudo, que a Rangel gradualmente tem vindo a subir de
forma, com o problema de ainda cometer erros graves que lhe custam
golos e pontos.
A Agility dominou a primeira metade na sua totalidade, abrindo o
activo à passagem dos 13” por Pedro Sampaio. Aos 15”
José Martins num momento individual de grande inspiração faz o
2-0.
A Agility estava com o jogo na mão e a produzir belas jogadas,
sendo que sem surpresa, aos 20”, amplia para 3-0 por José
Manuel Silva, resultado com que se atingiu o intervalo.
A Rangel teve 25” para esquecer onde nunca se conseguiu
encontrar nem importunar o sector defensivo adversário com grande
objectividade.
A segunda parte foi totalmente diferente da primeira, e o
equilíbrio foi tónica dominante.
A Rangel entrou decidida a limpar a face, enquanto a Ceva Logistics
quis viver dos rendimentos e isso poderia ter-lhe saído bastante
caro.
Nos primeiros minutos da etapa complementar viu-se uma Ceva
Logistics a querer controlar as operações e o resultado, por vezes
facilitando um pouquinho. A Rangel por sua vez a fazer tudo o que
estava ao seu alcance para marcar um golo que a fizesse reentrar no
jogo.
Assim, a Rangel chegou ao seu primeiro golo aos 43” por Luís
Barreiras. O jogo estava próximo do fim, mas ainda havia tempo para
a Rangel tentar mais qualquer coisa. Miguel Arcanjo habitué em
fazer o gosto ao pé, marca aos 46” o segundo golo da Rangel,
proporcionando para os 4” que faltavam emoção a rodos. O
resultado estava em 3-2 favorável à Ceva Logistics.
Os minutos finais foram de intensidade elevada, ainda assim, sem o
resultado vir a sofrer qualquer tipo de alteração.
A Agility Logistics convém que não baixe a guarda mesmo quando
as coisas lhe parecem favoráveis.
A Rangel deve ter desde o apito inicial dos jogos a postura que
teve nesta segunda parte. Se assim o fizer, concerteza que os
resultados aparecerão.
O resultado acaba por se aceitar.
Estrela da
equipa:
Rangel:
Carlos Pinheiro
– Talvez tenha sido o único que desde o primeiro minuto nunca
facilitou. Jogou sempre com grande intensidade, muito
desacompanhado na etapa inicial. Jogador evoluído em todos os
aspectos do jogo, pouco mais poderia ter feito para mudar o
resultado final.
ESTRELA DO JOGO:
Agility:
José Martins
– Foi o líder que a Agility precisou. Tal como a equipa,
realizou uma primeira parte de primeira água, altura em que se
resolveu a partida. Tacticamente esteve perfeito, imprimindo muito
rigor defensivo à equipa. Marcou um golo só ao alcance de quem
“sabe jogar à bola”.
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